DIA 14

Algum tempo atrás, eu estava explorando formas de escrita diferentes daquelas com as quais estou acostumada.

Hoje, não tive muito tempo para desenvolver algo completamente novo e lembrei deste texto que estava guardado no bloco de notas.

A Busca pela Paz Interior em um Mundo Caótico

Outro dia, entre uma xícara de chá e um caderno de anotações, me peguei pensando: como encontrar clareza quando tudo parece um grande borrão? Talvez a resposta não esteja no Google, mas sim na forma como ouvimos nosso próprio corpo.

Nos últimos tempos, tenho aprendido a ler os sinais. Se a mente está um caos, o corpo grita. Se ignoro, ele faz questão de me lembrar que não sou invencível. E então, entre uma prática de yoga e um banho quente, percebo que a paz que busco já está aqui. Dentro de mim. Só preciso de clareza para acessá-la.

Mas a verdade é que essa clareza não vem fácil. Antes dela, existe confusão, insatisfação e uma enxurrada de pensamentos sobre “qual caminho seguir”. Já estive ali, perdida nesse limbo de incertezas. Hoje, entendo que esse processo não é um obstáculo — é o próprio caminho.

E que surpresa perceber que, mesmo sem ter todas as respostas, estou me tornando minha melhor companhia. A yoga, a meditação, os diálogos internos (e até as pequenas anotações noturnas) são minha forma de manter essa conexão. Não é a paz de Buda, mas é minha paz. E isso já me basta.

Então, se tem algo que aprendi, é que a mudança começa com uma simples decisão: a de se acompanhar. Se observar. Se escutar. E, no fim, perceber que essa busca pela paz não é sobre encontrá-la em algum lugar distante, mas sim sobre cultivá-la dentro de você, um dia de cada vez.

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